• Início
  • Fotos
  • Eventos e Promoções
  • Ministérios
  • Doutrina
  • Testemunhos
  • Contato

B

I

Feeds:
Posts
Comentários

Doutrina

cbn20completa

Princípios Batistas Nacionais

O INDIVÍDUO
1. Seu Valor: Cada indivíduo foi criado à imagem de Deus e, portanto, merece respeito e consideração como uma pessoa de valor e dignidade.
2. Sua Competência: cada pessoa é competente e responsável perante Deus, nas próprias decisões e questões morais e religiosas.
3. Sua Liberdade: Cada pessoa é livre perante Deus em todas as questões de consciência e tem o direito de abraçar ou rejeitar a religião, bem como de testemunhar sua fé religiosa, respeitando os direitos dos outros.

A VIDA CRISTÃ
1. A Salvação Pela Graça: A salvação é dádiva de Deus através de Jesus Cristo, condicionada, apenas, pela fé em Cristo e rendição à soberania divina.
2. As Exigências do discipulado: As exigências do discipulado cristão, baseadas no reconhecimento da soberania de Cristo, relacionam-se com a vida em um todo e exigem obediência e devoção completas.
3. O sacerdócio do crente: Cada cristão, tendo acesso direto a Deus, através de Cristo, é seu próprio sacerdote e tem a obrigação de servir de sacerdote de Cristo em benefício de outras pessoas.
4. O Cristão e Seu Lar: O lar é básico, no propósito de Deus para o bem-estar da humanidade, e o desenvolvimento da família deve ser de supremo interesse para todos os cristãos.
5. O Cristão Como Cidadão: O cristão é cidadão de dois mundos – o reino de Deus e o Estado – e deve ser obediente à lei de seu país, tanto quanto à lei suprema de Deus.

A IGREJA
1. Sua Natureza: A igreja, no sentido lato, é a comunidade fraterna de pessoas redimidas por Cristo e tornadas uma só na família de Deus. A igreja, no sentido local, é a companhia fraterna de crentes balizados, voluntariamente unidos para o culto, desenvolvimento espiritual e serviço.
2. Seus Membros: Ser membro da igreja é um privilégio, dado exclusivamente à pessoas regeneradas que voluntariamente aceitam o batismo e se entregam ao discipulado fiel segundo o preceito cristão.
3. Suas Ordenanças: O Batismo e a Ceia do Senhor, são as duas ordenanças da igreja, são símbolos da redenção, mas sua observância envolve realidades espirituais na experiência cristã.
4. Seu Governo: Uma igreja é o corpo autônomo, sujeito unicamente a cristo, sua cabeça. Seu governo democrático, no sentido próprio, reflete a igualdade e responsabilidade de todos os crentes, sob a autoridade de Cristo.
5. Sua Relação Para Com o Estado: a Igreja e o Estado são constituídos por Deus e perante Ele responsáveis. Devem permanecer distintos, mas têm a obrigação do reconhecimento e reforços mútuos, no propósito de cumprir-se a função divina
6. Sua Relação Para Com o Mundo: A igreja tem uma responsabilidade no mundo; sua missão é para com o mundo, mas seu caráter de ministérios é espiritual.
7. Seus Oficiais: Pastores – pessoas genuinamente vocacionados por Deus para O servirem, de acordo com o que estabelece as Sagradas Escrituras e as deliberações da Ordem de Ministros Batistas Nacionais. Diáconos – oficiais que assistem o pastor, liberando-o para ocupar-se primeiramente da palavra e da oração. São escolhidos pela igreja, observando-se as recomendações do apóstolo Paulo a Timóteo (I Tm. 3.8-10).
8. Seu Sustento: O sustento de uma igreja batista nacional provém das contribuições regulares e voluntárias de seus membros, através de dízimos e ofertas alçadas, ou de gratidão e campanhas especiais.

 

Declaração de Fé das Igrejas Batistas

da Convenção Batista Nacional

 Explicação:

A presente declaração de fé, é, na integra, a mesma declaração de fé das Igrejas Batistas da Convenção Batista Brasileira, com exceção do seu Artigo III, cujo texto foi extraído da Confissão de Fé dos Batistas do Sul dos Estados Unidos (Convenção de Kansas City), por expressar a nossa fé quanto à Doutrina do Espírito Santo.

 

 I – DAS ESCRITURAS

Cremos que a Bíblia Sagrada foi escrita por homens divinamente inspirados; que é um tesouro perfeito de instrução celestial, tendo Deus por seu verdadeiro autor; que tem por objetivo a salvação dos homens que o seu conteúdo é a verdade sem qualquer erro; que revela os princípios pelos quais deus nos julgará e por isso é, e continuará sendo até ao fim do mundo, o verdadeiro centro da união cristã e padrão supremo pelo qual toda a conduta, credos e opiniões dos homens devem ser julgados (2Tm 3.16,17;2Pe 1.21;2Sm 23.2; At 1.16; 3.21; João 10.35; Rm 3.1,2; Lc 16.29-31; Sl 119.111; 2Tm 3.15; 1Pe 1.10,12; At 11.14; Rm 1.16; Mc 16.16; João 5.38-39; Pv 30.5,6; João 17.17; Ap 22.18,19; Rm 3.4; Rm 2.12; João 12.47,48; 1Co 4.3,4; Lc 10.10-16; 12.47,48; Fp 3.16; Ef 4.3-6; Fp 2.1,2; 1Co 1.10; 1Pe 4.11; 1Jo 4.1; Is 8.20; 1Ts 5.21; 2 Co 13.5; At 17.11; 1Jo 4.6; Jd 3; Ef 3.17; Sl 119.59,60; Fp 1.9-11).

Cremos que há um e somente um Deus vivo e verdadeiro, Espírito infinito e inteligente, cujo nome é Jeová, Criador e Senhor Supremo dos Céus e da Terra, indizivelmente glorioso em santidade e digno de toda a honra, confiança e amor; que na unidade Divina há três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, iguais em todas as perfeições divinas e que executam ofícios distintos mas harmônicos na grande obra da Redenção (João 4.24; Sl 147.5; 83.18; Hb 3.4; Rm 1.20; Jr 10.10; Ex 15.11; Is 6.3; 1Pe 1.15,16; Ap 4.6-8; Mc 12.30; Ap 4.11; Mt 10.37; Jr 12.2; Mt 28.19; João 15.26; 1Co 12.4-6; João 10.30; 5.17; 14.23; 17.5,10; At 5.3,4; 1Co 2.10,11; Fp 2.5,6; Ef 2.18; 2Co 13.13; Ap 1.4,5).

 

II – DO VERDADEIRO DEUS

 Cremos que há um e somente um Deus vivo e verdadeiro, Espírito infinito e inteligente, cujo nome é Jeová, Criador e Senhor Supremo dos Céus e da Terra, indizivelmente glorioso em santidade e digno de toda a honra, confiança e amor; que na unidade Divina há três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, iguais em todas as perfeições divinas e que executam ofícios distintos mas harmônicos na grande obra da Redenção (João 4.24; Sl 147.5; 83.18; Hb 3.4; Rm 1.20; Jr 10.10; Ex 15.11; Is 6.3; 1Pe 1.15,16; Ap 4.6-8; Mc 12.30; Ap 4.11; Mt 10.37; Jr 12.2; Mt 28.19; João 15.26; 1Co 12.4-6; João 10.30; 5.17; 14.23; 17.5,10; At 5.3,4; 1Co 2.10,11; Fp 2.5,6; Ef 2.18; 2Co 13.13; Ap 1.4,5). 

 

III – DO ESPÍRITO SANTO

Cremos que o Espírito Santo é Espírito de Deus. Ele inspirou homens santos da antiguidade para escrever as escrituras. Capacita homens através de iluminação a compreender a verdade. Exalta a Cristo. Convence do pecado, da justiça e do juízo. Atrai homens ao Salvador e efetua regeneração. Cultiva o caráter cristão, conforta os crentes e concede os dons espirituais pelos quais eles servem a Deus através de Sua Igreja. Sela o salvo para o dia da redenção final. A presença dEle no Cristão é a segurança de Deus para trazer o salvo à plenitude da estatura de Cristo. Ele ilumina e reveste de poder (Batismo no Espírito Santo) o crente e a Igreja para adoração, evangelismo e serviço (Gn 1.2; Jz 14.6; João 26.13; Sl 51.11; 139.7; Is 61. 1-3; Jl 2.28-32; Mt 1.18; 16;4.1; 12.28-32; 28.19; Mc 1.10, 12; Lc 1.35;4.1,18,19; 11.13;12.2; 24.49; João 4.24; 14.16,17,26; 16.7-14; At 1.8; 2.1-4,38; 4.31 ; 5.3; 6.3 ;7.55; 8.17,39; 10.44; 13.2; 15.28; 16.6; 19.1-6; Rm 8.9-11; 14.16,26,27; 1Co 2.10-14; 3.16; 12.3-11; Gl 4.6; Ef 1.13, 14; 4.30; 5.18; 1Ts5.19; 1Tm 3.16; 4.1; 2Tm 1.14; 3.16; Hb9.8,14; 2Pe 1.21; 1Jo 4.13; 5.6,7; Ap 1.10; 22.17).

 

IV – DA QUEDA DO HOMEM

Cremos que o homem foi criado em santidade, sob a autoridade da lei do seu Criador, mas caiu desse estado santo e feliz, por transgressão voluntária, em conseqüência da qual toda a humanidade tornou-se pecadora, não por constrangimento, mas por livre escolha, sendo por natureza destituída completamente daquela santidade que a Lei de Deus requer, e positivamente inclinada à prática do mal, estando, sem defesa nem excusa, condenada com justiça à ruína eterna (Gn 1.27,31; Ec 7.29; At 17.26; Gn 2.16; 3.6-24; Rm 5.12,19; João 3.6; Sl 51.5; Rm 5.15-19; 8.7; Is 53.6; Gn 6.12; Rm 3.9-18; 1.18,32; 2.1-16; Gl 3.10; Mt 20.15; Ez 18.20; 3.19; Gl 3.22).

 

V – DO MEIO DA SALVAÇÃO

Cremos que a salvação dos pecadores é inteiramente de graça pela mediação do Filho de Deus, o qual, segundo desígnio do Pai, assumiu livremente nossa natureza mas sem pecado, honrou a lei divina pela Sua obediência pessoal, e por Sua morte realizou completa expiação dos nossos pecados; que, tendo ressurgido dos mortos, está agora entronizado nos céus e que, unindo em sua maravilhosa pessoa a mais terna simpatia com perfeição divina, está completamente capacitado para ser o Salvador adequado, compassivo e todo suficiente dos homens (Ef 2.5,8,9; Mt 18.11; 1Jo 4.10; 1Co3.5,7; At 15.11; João 3.16 1.1-14; Hb 4.14; 12.24; Fp 2.6,7; Hb 2.9,14; 2Co 5.21; Is 42.21; Fp 2.8; Gl 4.4,5; Rm 3.21; Is 53.4,5; Mt 20.28; Rm 3.21; 3.24,25; 1Jo 4.10; 2.2; 1Co 15.1-3; Hb 9.13-15; 1.3,8;8.1; Cl 3.1-4; Hb 7.25; Cl 2.9; Hb 2.18 7.26; Sl 89.19; Sl 34).

 

VI – DA JUSTIFICAÇÃO

Cremos que a grande bênção do Evangelho, que Cristo assegura aos que nEle Crêem, é a Justificação; que esta inclui o perdão dos pecados e a promessa da vida eterna, baseada nos princípios da justiça; que é conferida, não em consideração de quaisquer obras justas que tenhamos feito, mas exclusivamente pela fé no sangue do Redentor; que, em virtude dessa fé, a perfeita justiça de Cristo é livremente imputada por Deus; que ela nos leva ao estado da mais abençoada paz e favor com Deus e nos assegura todas as outras bênçãos necessárias para o tempo e a eternidade (João 1.16; Ef 3.8; At 13.39; Is 53.11,12; Rm 8.1; 5.9; Zc 13.1; Mt 9.6; At. 10.43; Rm 5.17; Tt 3.5,6; 1Jo 2.25; Rm 5.21; 4.4,5; 5.22; 6.23; Fp 3.8,9; Rm 5.19 3.24-26; 4.23-25; 1Jo 2.12; Rm 5.1-3,11; 1Co 1.30,31; Mt 6.23; 1Tm 4.8).

 

VII – DA GRATUIDADE DA SALVAÇÃO

Cremos que as bênçãos da salvação cabem gratuitamente a todos por meio do evangelho; que é dever imediato de todos aceitá-las com fé obediente, cordial e penitente, e eu nada impede a salvação, ainda mesmo do mais pecador da terra, senão sua perversidade inerente à voluntária rejeição do Evangelho, a qual agrava a sua condenação (Is 55.1; Ap 22.17; Lc 14.17; Rm 16.26; Mc 1.15; Rm 1.15,17; João 5.40; Mt 23.27; Rm 9.32; Pv 1.24; At 13.46; João 3.19; Mt 11.20; Lc 19.27; 2Ts 1.8).

 

 VIII – DA GRAÇA DA REGENERAÇÃO

Cremos que os pecadores para serem salvos precisam ser regenerados, isto é, nascer de novo; que a regeneração consiste na outorga de uma santa disposição à mente, e que isso se efetua pelo poder do Espírito Santo de um modo que transcende a nossa compreensão, em conexidade com a verdade divina, de maneira a assegurar-nos nossa obediência voluntária ou Evangelho; que

 a evidência da regeneração transparece nos frutos santos do arrependimento e da fé e em novidade de vida (João 3.3,6,7; 1Co 2.14; Ap21.27; 2Co 5.17; Ex 36.26; Dt 30.6; Rm 2.28,29; Rm 5.5; 1Jo 4.7; João 3.8; João 1.13; Tg 1.16-18; 1Co 1.30; Fp 2.13; 1Pe 1.20,25; 1Jo 5.1; 1Co 12.3; Ef 4.20-24; Cl 3.9-11; Ef 5.9; Rm 8.9; Gl 5.16-23; Ef 2.14-21; Mt 3.8-10; 7.20; 1Jo 5.4).

 

IX – DO ARREPENDIMENTO E DA FÉ

Cremos que o arrependimento e a fé são deveres sagrados e também graças inseparáveis, originadas em nossas almas pelo Espírito regenerador de Deus; que, sendo por essas graças convencidos profundamente de nossa culpa, perigo e incapacidade, bem como do caminho da salvação por Cristo, voltamo-nos para Deus com sincera contrição, confissão e súplica por misericórdia, recebendo ao mesmo tempo de coração e Senhor Jesus Cristo como nosso Profeta, sacerdote e Rei, e confiando somente nEle como o único e auto-suficiente Salvador (Mc 1.15; At 11.18; Ef 2.8; João 16.8; At. 2.37,38; 16.30,31; Lc 18.13; 15.18-21; Tg 4.7-10; 2Co 7.11; Rm 10.12,13; Sl 51; Rm 10.9-11; At 3.22,23; Hb 4.14; Sl 2.6; Hb 1.8; 7.25; 2Tm 1.12).

 

X – DO PROPÓSITO DA GRAÇA DE DEUS

 Cremos que a Eleição é o eterno propósito de Deus, segundo o qual Ele gratuitamente regenera, santifica e salva pecadores; que esse propósito, sendo perfeitamente consentâneo com o livre-arbítrio do homem, compreende todos os meios que concorrem para esse fim. Que é gloriosa manifestação da soberana vontade de Deus que é infinitamente livre, sábia, santa e imutável; que exclui inteiramente a jactância e promove a humildade, o amor, a oração, o louvor, a confiança em Deus, bem como a imitação ativa de sua livre misericórdia; que encoraja o uso dos meios de santificação no grau mais elevado e pode ser verificada por seus efeitos em todos aqueles que realmente crêem no Evangelho; que é o fundamento de segurança cristã e que o verifica-la a respeito de nós mesmos exige e merece a nossa maior diligência (2Tm 1.8,9; Ef 1.3-14; 1Pe 1.1,2; Rm 11.5,6; João 15.16; 1Jo 4.19; 2Ts 2.13,14; At 13.48; João 10.16; Mt 20.16; At 15.14; Ex 33.18,19; Mt 20.13; Ef 1.11; Rm 9.23,24; Jr 31.3; Rm 11.28.29; Tg 1.17,18; 2Tm 1.9; Rm 11.32-36; 1Co 4.7; 1.26,31; Rm 3.27; 4.16; Cl 3.12; 1Co 3.3,7; 15.10; 1Pe 5.10; At 1.24; 2Ts 2.13; 1Pe 2.9; Lc 18.7; João 15.16; Ef 1.16; 1Ts 2.12; 2Tm 1.10; 1Co 9.22; Rm 8.28,30; João 6.37-40; 2Pe 1.10; 1Ts 1.4-10; Tg 2.18; João 14.23; Is 42.16; Rm11.29; 2Pe 1.10,11; Fp 3.12; Hb 6.11).

 

XI – DA SANTIFIÇAÇÃO

Cremos que a santificação é o processo pelo qual, de acordo com a vontade de Deus, somos feitos participantes de Sua santidade; que é uma obra progressiva que se inicia na regeneração; que é continuada nos corações dos crentes pela presença do Espírito Santo, o Confirmador e Confortador, no uso contínuo dos meios indicados, especialmente a Palavra de Deus, o exame próprio, a renúncia, a vigilância e a oração (1Ts 4.3; 5.23; 2Co 7.1; 13.9; Ef 1.4; Pv 4.18; Hb 6.1; 2Pe 1.5-8; 1Jo 2.29; Rm 8.5; João 3.6; Fp 1.9-11; Ef 1.13,14; Fp 2.12,13; Ef 4.11,12; 1Pe 2.2; 2Pe 3.18; 2Co 13.5; Lc 11.35; 9.23; Mt26.41; Ef 6.18; 4.3).

 

XII – DA PERSEVERANÇA DOS SANTOS 

Cremos que só são crentes verdadeiros aqueles que perseveram até o fim; que a sua ligação perseverante com Cristo é o grande sinal que os distingue dos que professam superficialmente; que uma Providência especial vela pelo seu bem-estar e que são guardados pelo poder de Deus mediante a fé para salvação (João 8.31; 1Jo 2.27,28; 3.9; 5.18; Mt 13.20,21; João 6.66-69; rm 8.28; Mt 6.30-33; Jr 32.40; Sl 19.11,12; 121.3; Fp 1.6; 2.12,13; Jd 24; Hb 1.14; 13.5; 1Pe 1.5; Ef 4.30).

 

XIII – DA HARMONIA ENTRE A LEI E O EVANGELHO

Cremos que a Lei de Deus é a regra eterna e imutável de seu governo moral; que é santa, justa e boa, e que a incapacidade atribuída pelas Escrituras ao homem decaído para cumprir os seus preceitos, deriva inteiramente do amor que ele tem pelo pecado; que um dos grandes objetivos do Evangelho e dos meios da graça relacionados com o estabelecimento da igreja visível é o de libertar os homens do pecado e restaura-los, através de um Mediador, à obediência sincera à santa lei (Rm 3.31; Mt5.17; Lc 16.17; Rm 3.20; 4.15; 7.12; 7.7,14,22; Gl 3.21; Sl 19.7-11; Rm 8.2-4; 10.4; 1Tm 1.15; Hb 8.10; Jd 20,21; Mt 16.17.18; 1Co 12.28).

 

XV – DO SÁBADO CRISTÃO

 Cremos que o primeiro dia da semana é o Dia do Senhor ou sábado cristão e que deve ser consagrado a propósitos religiosos, com abstenção de todo trabalho secular e recreações mundanas e pela observância piedosa de todos os meios de graça, quer privados quer públicos, e também pela preparação para aquele repouso que resta para o povo de Deus (At 20.7; Gn 2.3; Cl 2.16,17; Mc 2.27; João 20.19; 1Co 16.1,2; Ex 20.8; 31.14-18; Ap 1.10; Sl 118.24; Is 58.13; Gn 46.2-8; Sl 118.15; Hb 10.24.26; At 17.2,3; Sl 25.8; 86.3; Hb 4.3-11).

 

XVI – DO GOVERNO CIVIL

Cremos que o governo civil é de ordenação divina para os interesses e a boa ordem da sociedade humana, e que os magistrados devem ser objeto de nossas orações, bem como devem ser conscientemente honrados e obedecidos, exceto, exclusivamente, nas coisas que se opõem à vontade de nosso Senhor Jesus Cristo, que é o único Senhor da consciência e o Príncipe dos reis da terra (Rm 13.1-7; Dt 18.18; 2Sm 23.3; Ex18.23; 1Tm 2.1-3; At 5.29; Mt 10.28; Dn 3.15-18; 6.7-10; At 4.18-20; Mt 23.10; Rm 14.4; Ap 19.16; Sl 71.11; Rm 14.9-13; Sl 2; 9).

 

XVII – DOS JUSTOS E DOS ÍMPIOS

Cremos que há uma diferença radical e essencial entre os justos e os ímpios; que somente aqueles que pela fé são justificados em o nome do Senhor Jesus e santificados pelo Espírito de nosso Deus são verdadeiramente justos à face de Deus, enquanto que todos aqueles que continuam na impenitência e na incredulidade são ímpios aos Seus olhos e se encontram sob a maldição; que essa distinção permanece entre os homens quer na morte quer após a morte (Mt 3.18; Pv 12.26; Is 5.20; Gn 18.24; Jr 18.24; 15.19; At 10.34,35; Rm 6.15; 1.17; 7.6; 1Jo 2.29; 3.7; Rm 8.18,22; 1Co 11.32; Pv 11.31; 1Pe 4.17,18; 1Jo 5.19; Gl 3.10; João 3.36; Is 57.21; Sl 10.4; Is 55.6,7; Pv 14.32; Lc 16.25; João 8.21-24; Pv 10.24; Lc 12.4,5; 9.23-26; João 12.15.16; Ex 3.17; Mt 7.13,14).

 

XVIII – DO MUNDO VINDOURO

 Cremos que se aproxima o fim do mundo; que no último dia, Cristo descerá dos céus e levantará os mortos do túmulo para a recompensa final; que ocorrerá então uma solene separação; que os ímpios serão entregues ao punimento sem fim e os justos à bem-aventurança para sempre; e que esse julgamento, baseado nos princípios da justiça, determinará o estado final dos homens no céu ou no inferno (1Pe 4.7; 1Co 7.29,31; Hb 1.10-12; Mt 25.31; 1Jo 2.17; Mt 28.20; 13.39,40; 2Pe3.3-13; At 1.11; Ap 1.7; Hb 9.28; At 3.21; 1Ts 4.13-17; 5.1-11; At 24.15; 1Co 15.12,58; Lc 14.14; dn 12.2; João 5.28,29; 6.40; 11.25,26; 2Tm 1.10; At 10.42; Mt 13.37-43; 24.30; 25.31-46; Ap 22.11; 1Co 6.9,10; Mc 9.43-48; 2Pe 2.9; Jd 7; Fp 3.19; Rm 6.22; 2Co 5.10, 11; João 4.36; 2Co 4.18; Rm 3.5; 2Ts 1.6-21; Hb 6.1,2; 1Co 4.5; At 17.31; Rm 2.2-16; Ap 20.11,12; 1Jo 2.28; 4.17)

  

Explicando a Logomarca da CBN

A logomarca de uma instituição é a sua assinatura. Concebida dentro de inovadores padrões científicos e artítistcos, a nova marca da Convençã Batista Nacional está afinada com este no tempo, é o rosto de uma organização inspirada pelo Senhor e que se renova com o pacto firmado.

Ela engloba os elementos fundamentais da CBN: Avivamento, Missões, Integração e União.

logomarca11

 

 

História dos Batistas

Conta-se que numa determinada igreja do interior do Brasil, um grupo de pessoas reuniu-se, como de costume, num dos cultos de quarta-feira, com o objetivo de escolher o nome mais adequado para uma nova congregação a ser fundada. Com a mediação equilibrada do pastor, todos os membros presentes puderam dar sua sugestão, democraticamente, antes que a decisão fosse tomada. No calor dos comentários e opiniões livremente expostas, uma idéia de nome causou espanto: “Igreja Batista do Apocalipse 21″, propôs um dos participantes mais entusiasmados. Diante da explosão de exclamações de espanto que sucederam a estranha proposição, o pastor solenemente interpelou o autor: “Mas o irmão acredita que esse nome seja biblico?” Para surpresa do ministro que presidia a sessão e de todos os presentes, a resposta veio rápida e certeira: “Só não seria bíblico se a sugestão fosse, por exemplo, Igreja Batista do Apocalipse 23, pois como o senhor bem sabe, não existe esse capítulo na Bíblia”, rebateu o fiel.

Essa simples anedota exemplifica de maneira clara um conceito fundamental entre os adeptos da Igreja Batista, uma das mais sólidas e conceituadas denominações protestantes do Brasil: a valorização da liberdade e da democracia. Desde seus primórdios, os batistas decidem democraticamente sobre todas as questões que se referem à sua igreja, desde que mantidas as bases bíblicas, das quais não abrem mão. A postura batista com relação a liberdade exercida por seus membros se confunde com a história da igreja. As famosas Declarações de Fé – documentos escritos por teólogos da igreja que através dos séculos reproduzem sua ideologia – já marcavam essa posição muito antes do primeiro missionário pôr os pés no Brasil, em 1860. Naquele ano, o missionário norte-americano Thomas Jefferson Bowen aportou na cidade do Rio de Janeiro, capital do Império do Brasil. Na longa travessia marítima, dois livros foram seus companheiros de viagem em alto-mar: a Bíblia e o Cantor Cristão.

 

Batistas no Brasil

 O pastor Bowen foi o primeiro missionário enviado ao Brasil pela Junta de Richmond, associação de igrejas batistas do Sul dos Estados Unidos. Sua missão era organizar uma igreja de língua inglesa para os imigrantes americanos. Também tinha intenção de trabalhar entre os escravos, já que vinha de um longo período como missionário na África, onde inclusive aprendera o dialeto iorubá, corrente entre os negros traficados para o Brasil. Seu sonho missionário, entretanto, virou pesadelo. Além de sofrer sérios problemas de saúde, o pastor foi impedido pelas autoridades de propagar uma mensagem cristã que se caracterizava pela distância com os ensinos católicos, até então a religião oficial do país. Bowen acabou ficando no Brasil por apenas nove meses, período emque se comunicava com freqüência, através de relatórios, com seus superiores da Junta. Nestas epístolas, o missionário se queixava do alto custo de vida, do clima quente da cidade do Rio de Janeiro e principalmente daameaça da febre amarela, problema crônico de saúde naqueles idos do século 19.

 A Junta de Richmond ficou tão decepcionada com as dificuldades enfrentadas por Bowen que não quis mais arriscar e cancelou todos os planos missionários para a América do Sul. Mas Deus tinha seus planos. Depois dessa primeira tentativa frustrada, não demorou muito e um conflito social acabou sendo o estopim que detonou a verdadeira explosão missionária no Brasil. Com a Guerra de Secessão (1859-1865), entre os estados do Norte e do Sul dos EUA, milhares de imigrantes americanos vieram para o Brasil a partir da segunda metade do século passado, em busca do sonho da paz e prosperidade. Em sua maioria, os colonos eram de formação protestante. Curiosamente, essa segunda onda evangelística tinha um caráter bem mais informal – ao contrário da missão de Bowen, planejada e patrocinada pela Junta de Missões Estrangeiras, essa leva de protestantes emigrou em busca da sua própria sobrevivência.

 

Início dos Batistas AVIVAMENTO

              Um dos motivos de orgulho dos batistas brasileiros – a coesão – só veio a sofrer um abalo considerável no final da década de 50. O Brasil presenciava um avivamento pentecostal, iniciado pelo trabalho de missionários norte-americanos. Foi a época do surgimento de grandes igrejas carismáticas, como a Quadrangular, o Brasil Para Cristo e a Nova Vida. Paralelamente, diversos setores evangélicos tradicionais experimentaram a renovação espiritual. Não demorou muito e o movimento alcançou os arraiais batistas, através de um pastor ainda pouco conhecido, mas que no futuro seria lembrado como um dos maiores líderes evangélicos do século. Na noite de 18 de outubro de 1958, o pastor José Rego do Nascimento, da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte (MG), voltava de um culto no Seminário Batista do Sul do Brasil, no Rio – um dos mais antigos e respeitados da denominação -, quando foi abordado por um grupo de alunos. Convidado a participar de uma vigília de oração promovida pelo grêmio estudantil, Rego, embora estivesse exausto, aceitou. O que aconteceu naquela noite delineou a história do ramo batista pentecostal no país. Rego e os seminaristas que participaram da reunião foram batizados com o Espírito Santo – uma experiência que até então só conheciam de ler no Novo Testamento, caracterizada pelo exercício de dons espirituais. José Rego do Nascimento relatou os acontecimento a seu colega e também pastor batista Enéas Tognini, que logo aderiu ao avivamento e tornou-se ícone do movimento pentecostal que acabou dividindo a denominação. Em 1967, Tognini fundou a CBN (Convenção Batista Nacional), reunindo 60 igrejas. Hoje, a CBN é presidida pelo pastor Daniel Leite, de Betim (MG) e tem aproximadamente 1,2 mil igrejas, todas independentes, mas vinculadas pela teologia pentecostal. Além das duas grandes convenções, existem ainda a Igreja Batista Regular, a Igreja Batista Independente, a Igreja Batista Bíblica e a Igreja Batista Fundamental, que embora expressem interpretações bíblicas diversas, têm como elo fundamental a soberania das decisões tomadas pelo povo. Nas igrejas batistas, tudo é decidido pelos membros: desde a escolha do pastor até o orçamento da comunidade. Até mesmo o nome de sociedades internas como corais e grupos de jovens passam pelo voto. A tradição democrática é até hoje um dos maiores orgulhos dos batistas.

 

Estrutura da Igreja Batista Nacional

Convenção Batista Nacional (CBN)

  • Sede: São Paulo
  • Fundação: 1967
  • Presidente: Daniel Leite
  • Fiéis: 200 mil
  • Pastores: 1,4 mil
  • Templos: 1.100 igrejas e 2 mil congregações

Distribuição: A maior parte das igrejas está situada no Sudeste, notadamente no Estado de Minas Gerais. Existem também trabalhos missionários no México, Albânia, Espanha, Paraguai e Chile.

Atividades da denominação: Além de 18 seminários teológicos, a CBN possui escolas, abrigos de menores, clínicas médicas e outras obras assistenciais. Nas grandes cidades, os fiéis da denominação destacam-se pela atuação em missões urbanas, como evangelismo ostensivo e distribuição de donativos. Além das atividades nos templos, as comunidades ligadas à CBN promovem cultos ao ar livre, concentrações, eventos musicais e reuniões informais nas casas dos membros. Algumas igrejas caracterizam-se por cultos carismáticos, onde a ênfase é dada aos dons espirituais como curas divinas e profecias. As igrejas da CBN utilizam os meios de comunicação na divulgação de sua mensagem.

Gostar disso:

Gosto
Seja o primeiro a gostar disso página.

  • Versiculo da Semana

    Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte. Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne; Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Romanos 8:1-5
  • Watch videos at Vodpod and other videos from this collection.
  • Bookmark and Share
    "ONLINE" "CONTADOR" Janeiro/2009
  • Blog Stats

    • 7,365 hits

Blog no WordPress.com.

Tema: MistyLook até Sadish.


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Powered by WordPress.com